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figura 1 - pág. 9

Índios Galibi, que vivem em Oiapoque (entre o Brasil e a Guiana Francesa), são exibidos em um espetáculo etnológico no jardim zoológico de Acclimatation, em Paris, 1893.

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figura 2 - pág. 10

Vista exterior do Museu Etnológico de Berlim, fundado em 1876.

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figura 3 - pág. 13

Detalhe da tela “As senhoritas de Avignon” (Pablo Picasso, 1907). Comparação com uma máscara da cultura Dan, Costa do Marfim.

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figura 4 - pág. 17

“Canibais” (Theodore Bry, 1593). Gravura realizada a partir de relatos de Hans Staden sobre suas viagens ao Brasil.

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figura 5 - pág 20

“O último Tamoio” (Rodolfo Amoedo, 1883; óleo sobre tela).

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figura 6 - pág. 21

“Primeira missa no Brasil” (Victor Meirelles, 1860; óleo sobre tela, 268cm x 356cm). Museu Nacional de Belas Artes.

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figura 7 - pág. 22

“Alegoria ao império Brasileiro” (Francisco Manoel Chaves Pinheiro, 1872).

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figura 8 - pág. 33

“Missão / Missões (Como construir catedrais)” (Cildo Meireles, 1987; instalação; 600.000 moedas; 800 hóstias; 2.000 ossos; 86 pedras de

50cm x 50cm x 5 cm / cada; tela de tecido negro). Colecciones Fundación Iochpe e do artista.

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figura 9 - pág 34

“Esquecimento” (Cildo Meireles, 1987-89; instalação): “Uma cabana indígena (interior tingido de preto com carvão negro) recoberta de dinheiro de países americanos onde havia índios. A cabana se situa no meio de uma área circular coberta de ossos e circundada por uma parede de velas. No interior da tenda, escutamos o som de uma serra elétrica”.

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figura 10 - pág. 38

“Performance do casal enjaulado” (Gomez-Peña e Coco Fusco, 1992, Madri).

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figura 11 - pág. 40

“[1492-2022] O Descobrimento da ‘Reconquista’, ano 530” (Luis Quesada, 2014; óleo sobre tela, 146cm x 114cm).

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figura 12 - pág. 47

“Mapa mundi” (Wytfliet, 1598). The Scottish Geographical Magazine, vol. XVI, n. 1, 1900.

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figura 13 - páag 48

“Realidade + Signo = Cartografia do simulacro” (Luis Quesada, 2014; instalação).

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figura 14 - pág 52

OZ Guaraní Apresentação durante o Festival M´baraeté de resistência indígena. Casa das Caldeiras, São Paulo, 2015. Foto: Luis Quesada.

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figura 15 - pág. 55

“Zero Cruzeiro” (Cildo Meireles, 1974-1978; impressão offset sobre papel, 7,2cm x 15,7cm; edição limitada).

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figura 16 - pág 56

“Zero Real” (Cildo Meireles, 2013; impressão offset sobre papel, 7,2cm x 15,7cm / edição limitada). Paço das Artes.

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figura 17 - pág 58

Final do campeonato municipal de futebol de Itacajá (TO).  Aldeia Manoel Alves x Aldeia Santa Cruz. Campeões de 2016: Aldeia Manoel Alves.

Foto: Luis Quesada.

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figura 18 - pág. 59

Ismael Aprakt Krahô – Hotxua “cômico ritual Krahô”. Final do campeonato municipal de futebol de Itacajá (TO). Aldeia Manoel Alves x Aldeia Santa Cruz. Foto: Luis Quesada, 2016.

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figura 19 - pág.60

Corrida com toras durante a “festa da batata” (Jatyopi). Aldeia Santa Cruz, povo indígena Krahô. Foto: Luis Quesada, 2016.

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figura 20 - pág. 61

Corrida com toras dos povos do cerrado (Xavante e Timbira), em São Paulo. ISA (2006). Foto: Tuca Vieira / FolhaImagem, setembro de 2004

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figura 21 - pág. 67

Batismo Krahô de Luis Quesada, acompanhado de seu Keti Osmar Cuhkõ (à esquerda) e o cantador mais ancião da aldeia (à direita).

Aldeia Santa Cruz. Foto: Carminda Mendes André, 2016.

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figura 22 - pág. 73

Piracumã Yawalapiti pede calma aos policiais militares durante a Mobilização Nacional Indígena de 2013 ocorrida em Brasilia, próximo ao Congresso Nacional. Foto: André D`Elia.

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figura 23 - pág.75

“Homo Transfronterizus Sapiens” (Luis Quesada, 2012; óleo sobre madeira, 125cm x 95cm).

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figura 24 - pág. 77

“Guilherme Tell” (Luis Quesada, 2019). Instalação multimídia: projeção, celular Iphone e flecha indígena tupinambá. 100cm x 70cm. Exposição Zonas 6.0 Galeria do Instituto de Artes da Unesp.

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figura 25 - pág. 82

Cacique Almir Narayamoga Surui. Foto: Aurelie Delaunoy/20 minutes, 2014.

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figura 26 - pág. 87

“Nós passarinho” (Luis Quesada, Miguel Alonso e Nicolau Centola, 2016; 100cm x 100cm).

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figura 27 - pág. 89

Intervenção artística urbana em homenagem a Ailton Krenak (lambe-lambe, Bela Vista, São Paulo, 2018). Autor desconhecido.

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figura 31 - pág. 96

Grafite artivista indigenista de Eduardo Kobra contra a hidroelétrica de Belo Monte, São Paulo, 2017.

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figura 32 - pág. 97

Intervenção artivista indigenista em um ponto de ônibus: “As terras indígenas não estão à venda. O povo brasileiro é contra a usina de

Belo Monte”. Intervenção anônima. Bairro da Aclimação, São Paulo. Foto: Luis Quesada, 2016.

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figura 33 - pág. 100

Porancy realizado por indígenas tupinambá e outros indígenas convidados. Vão do Masp, em São Paulo. Foto: Luis Quesada, setembro de 2015.

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figura 34 - pág. 100

Binho porã Tupinambá (em primeiro plano). Após o ritual do Porancy, os tupinambás realizaram uma caminhada pela Avenida Paulista,

impedindo a circulação dos carros. São Paulo. Foto: Luis Quesada, setembro de 2015.

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figura 35 - pág. 104

Manifestação pública para denunciar o genocídio indígena no Brasil, ocorrida em São Paulo. Foto: Reinaldo Meneguin / Democratize,

setembro de 2015.

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figura 36 - pág. 104

Representantes da “Mídia” e dos “Fazendeiros”, em manifestação pública para denunciar o genocídio indígena no Brasil, ocorrida em São Paulo. Foto: Luis Quesada, setembro de 2015.

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figura 38 - pág. 107

Rondon distribui presentes para os índios Paresi. Negativo de vidro. Acervo Museu do Índio. Autor: Luiz Thomaz Reis, s/d.

Imagem disponível em: http://povosindigenas.com/comissao-rondon/

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figura 39 - pág. 111

Ocas na aldeia Gwarini Taba Atã. Território de retomada dos índios Tupinambá, liderados pelo cacique Gildo. Foto: Luis Quesada, 2017.

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figura 40 - pág. 112

Oca de taipa na aldeia Gwarini Taba Atã. Território de retomada Tupinambá. Foto: Luis Quesada, 2017

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figura 41 - pág. 112

Vista panorâmica do areal. Aldeia Taba Gwarini Atã. Foto: Luis Quesada, 2017.

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figura 42 - pág. 113

Acampamento Terra Livre Sul da Bahia. Foto: Luis Quesada, 22 de setembro de 2017.

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figura 43 - pág. 115

Tiago Kaluanã Tupinambá trabalhando em sua roça de milho e aipim. Observe-se as árvores ao redor da roça e a preservação da Mata Atlântica. Foto: Luis Quesada, setembro de 2017.

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figura 44 - pág. 116

Aranha-espinhosa (Micrathena Schreibersi) da Mata Atlântica. Foto: Luis Quesada, setembro de 2017.

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figura 45 - pág. 117

Bicho-preguiça na Mata Atlântica, em Olivença, aldeia Acuípe. Foto: Tiago Tupinambá, setembro de 2017.

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figura 46 - pág. 119

Pintura exterior da escola indígena tupinambá da Aldeia Abaeté. Ito Tupinambá (à esquerda) e Luis Quesada (à direita).

Foto: Katu Tupinambá, 2017.

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figura 47 - pág. 119

Katu Tupinambá aplicando a técnica de pintura do stencil na parede da escola indígena tupinambá da Aldeia Abaeté. Foto: Luis Quesada, 2017.

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figura 48 - pág. 122

XVII Caminhada Tupinambá, Rodovia Ilhéus-Uma, Bahia. Foto: Mauricio Pinheiro, 2017.

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figura 49 - pág. 125

“DECOLONIZE o descobrimento do Brasil” (Denilson Baniwa, design gráfico, 2017).

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figura 50 - pág. 127

“Escolha o que lhe parece menos doloroso para matar um índio: Bíblia, arma, suborno ou a indiferença”, Série Alvos Vivos

(Denilson Baniwa, 2017). Estudo espacial para esquema de montagem da Instalação, dimensões variáveis, figuras indígenas de acrílico

recortado eletronicamente e serigrafado.

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figura 51 - pág. 128

“Falta de atendimento social e médico que mata mulheres indígenas em todo o país”, Série Alvos Vivos (Denilson Baniwa, 2017;

acrílico recortado eletronicamente e serigrafado, 160cm de altura).

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figura 52 - pág. 129

“Waferinaipe ou Os antigos heróis do universo que abriram o umbigo do mundo” (Denilson Baniwa, 2018; pintura acrícila sobre tecido,

160cm x 200cm).

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figura 53 - pág. 130

“Ekúkwe (a terra envenenada e com odor de morte)” (Denilson Baniwa, 2018; acrílico sobre tecido, 160cm x 250cm).

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figura 54 - pág. 131

“Curumim, guardador de memórias” (Denilson Baniwa, 2018; acrílico sobre tecido, 160cm x 200cm).

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figura 55 - pág. 132

“Petroglifos na Selva de Pedra” (Denilson Baniwa, 2019; projeção à laser na cidade de São Paulo, tamanhos variáveis).

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figura 57 - pág. 136

“CARTA DOS POVOS INDÍGENAS AO CAPITALISMO” (performance coletiva liderada por Jaider Esbell, entregue ao banco UBS,

em Genebra, na Suíça, 03/04/2019). Foto: Luna Bayard.

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figura 58 - pág. 138

“O Explorador” (Jaider Esbell, 2016; caneta posca sobre tela, 29,7 x 42 cm, série It Was Amazon).

 

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figura 59 - pág. 139

“Você não viu nada!” (Jaider Esbell, 2016; caneta posca sobre tela, 29,7 x 42 cm, série It Was Amazon).

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figura 60 - pág. 141

Livro de luxo com 400 páginas sobre a história da arte, resignificado e sobreposto com arte indígena contemporânea nas obras de Jaider Esbell. Desenhos e textos produzidos com pincel posca. Tamanho: 27cm x 35cm x 4 cm. Peso: 3Kg. Ano: 2018 / 2019.

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figura 61 - pág. 143

Fotografias da série “Marcados” (Claudia Andujar, 1983). Acervo pessoal da autora.

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figura 62 - pág. 144

“Yanomami, 1972”, Exposição “Yanomami l`esprit de la forêt”. Foto: Claudia Andujar, 2004.

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figura 65 - pág. 148

Vista exterior da obra “Ágora: OcaTaperaTerreiro” (Bené Fonteles, 2016; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

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figura 66 - pág. 148

Vista do interior da obra “Ágora: OcaTaperaTerreiro” (Bené Fonteles, 2016; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

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figura 67 - pág. 152

Conversas para adiar o fim do mundo – “Ágora: OcaTaperaTerreiro” (Bené Fonteles, 2016; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

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figura 68 - pág. pág. 155

“O Brasil dos índios: um arquivo aberto” (Projeto vídeo nas aldeias, 2016; 32ª Bienal de Arte de São Paulo).

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figura 70 - pág. 158

“Os humores artificiais” (Gabriel Abrantes, 2016; curta-metragem, 29`; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

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figura 71 - pág. 160

“Selva Jurídica” (Ursula Biemann & Paulo Tavares, 2016; vídeos; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

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figura 72 - pág. 160

“Selva Jurídica” (Ursula Biemann & Paulo Tavares, 2016; vídeos; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

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figura 73 - pág. 161

Publicação de “Selva Jurídica” (Ursula Biemann & Paulo Tavares, 2016; 32ª Bienal de Arte de São Paulo, Incerteza Viva).

UNESP | UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA | INSTITUTO DE ARTES

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